
Noventa minutos para entender por que você já sabe o que fazer com o dinheiro — e mesmo assim não faz. Você não sai daqui com mais uma planilha para abandonar em fevereiro. Sai com um plano de uma página, escrito por você, durante o encontro.
Pix, boleto ou cartão. Vagas limitadas — o encontro é ao vivo e a gravação não é disponibilizada.
Você gasta e só vê depois. Não abre o extrato. Decide no impulso e entende no boleto. Não é descuido — é que ninguém está olhando.
Você já sabe. Já descobriu o que te afasta do que importa — e continua seguindo as lojas, com o cartão salvo, com o aplicativo na primeira tela. Todo dia você precisa resistir à mesma coisa, no mesmo lugar. E nos dias em que não resiste, conclui que o problema é você.
Você faz tudo certo e não sente nada. Poupa, controla, e continua faltando. Não é que você ande pouco — é que ninguém combinou para onde.
Os três são defeitos de estrutura — e estrutura a gente conserta. Enquanto você tratar isso como defeito de caráter, vai gastar energia com culpa. E culpa paralisa.
São noventa minutos ao vivo, com a câmera aberta só se você quiser. A maior parte do tempo você não está me ouvindo: está escrevendo. Cada bloco termina num campo da ficha, e no fim os seis campos formam um plano de uma página.
Não há planilha, não há meta de poupança, não há julgamento. E não é terapia nem consultoria individual — é um encontro psicoeducativo, em grupo.
O que você leva, concretamente: o seu gatilho, com nome e cena. Uma linha de direção que decide por você quando a dúvida vier. O passo a passo para enxergar o seu orçamento, em dez minutos. Uma hipótese de vazamento, com nome. Um ajuste que não depende da sua força de vontade. E uma frase para o dia em que der errado.
Você escolhe uma cena real das últimas semanas — um momento em que gastou, evitou, adiou ou travou — e descobre o gatilho que estava ali antes. Quase sempre ele se repete. E o que se repete pode ser preparado.
você leva: o seu gatilhoA direção não vem de perguntar o que você sonha — vem de olhar o que dói. A gente não sofre com o que é indiferente. Você sai com uma frase curta que passa a decidir por você.
você leva: a sua direçãoOrçamento não é controle — é retrato. E ninguém levanta um retrato em dois minutos, ainda mais quem evita olhar. Então você não sai com o orçamento pronto: sai com um caminho de dez minutos para chegar nele, desenhado para quem não gosta de olhar.
você leva: o passo a passo do seu orçamentoA parte que quase ninguém faz — e a que mais funciona. Em vez de exigir mais de você, a gente mexe no terreno: automatizar, afastar, aproximar. Você escolhe um ajuste que não depende de você lembrar.
você leva: o seu primeiro ajusteEm algum momento o plano fura — isso não é pessimismo, é estatística. O problema nunca é o desvio: é a surpresa. Você sai com uma frase escolhida antes, para o dia em que o elefante sair do caminho.
você leva: o seu cartão de enfrentamentoSeis campos preenchidos, que juntos formam a estrutura inteira do método — do tamanho da sua vida hoje. Ela é sua, e continua funcionando depois que o encontro acaba.
Planejadora Financeira CFP® · Psicóloga CRP 04-48217 · Economista
Trabalho na costura entre duas coisas que quase nunca se encontram: o que a gente sente com dinheiro e o que a gente faz com ele. Foi dessa costura que nasceu o Método Mahout.
«Mahout» é o nome de quem conduz elefantes. E um mahout de verdade não vence o elefante na força: aprende o ritmo dele e caminha junto.
à vista · Pix, boleto ou cartão
3 de outubro · sábado · 10h às 11h30
Não. Não há pré-requisito nenhum, e não vamos usar planilha, cálculo ou termo técnico. O único momento em que você mexe no aplicativo do banco é um exercício de dois minutos, conduzido ao vivo.
Não. Eu gravo o encontro — você vai ver o aviso de gravação na tela, e prefiro que saiba disso antes de se inscrever —, mas a gravação é só para o meu próprio trabalho depois. Ela não é disponibilizada, nem vendida à parte.
Não é uma forma de cobrar mais caro: é que o trabalho aqui acontece ao vivo, com caneta na mão, e assistir depois seria outra coisa, bem mais fraca. O que fica com você é a sua folha preenchida — e ela vale mais do que qualquer vídeo. Se você quer o método para percorrer no seu ritmo, o lugar certo é o livro, não uma gravação.
E o que você escreve fica protegido. Quase todo o trabalho é na sua ficha, que ninguém vê. O que aparece no chat é voluntário, eu nunca leio nada com nome, e nada do que você escrever é publicado sem que eu peça a sua autorização, por escrito, depois.
Se não puder nesta data, a próxima turma será anunciada em breve.
Não. É um encontro psicoeducativo em grupo — informação e exercício, não atendimento clínico. Se durante o trabalho aparecer algo que mereça um espaço individual, eu digo isso com clareza e fico à disposição por e-mail.
Não. Câmera é opcional e quase todo o trabalho é escrito, na sua ficha — só seu. O que acontece no chat é voluntário: você participa se quiser.
Não. Se você já me viu, conhece o elefante — e aqui ele é o ponto de partida, não o assunto. Este encontro vai onde uma palestra não tem tempo de ir: o condutor, o caminho e as barreiras.
Assim que o pagamento for confirmado, você é levada a uma página com o convite para o grupo da turma no WhatsApp. É por ali que eu envio o link da sala, a ficha de trabalho e o lembrete na véspera — não por e-mail. Sua entrada no grupo é aprovada por mim, conferindo a lista de inscritos.
O boleto leva de 1 a 3 dias úteis para ser compensado, então ele não te leva direto para a página do grupo. Assim que a confirmação cair, eu envio o convite pessoalmente, para o e-mail que você usou na compra.
Se faltar menos de uma semana para o encontro, prefira Pix ou cartão: a confirmação é imediata e você entra no grupo na hora. Qualquer dúvida, escreva para contato@mariamanso.com.br.
Ele carrega a sua história, a sua força, tudo o que você viveu com dinheiro até aqui. A questão nunca foi domá-lo. É caminhar junto: deixar de ser levado, e voltar a conduzir.
Quero participar — R$ 47